
Publicado em 2 de junho de 2026 · Leitura de 1 minuto · Categoria: Notícias
Resposta rápida
O Conselho Federal de Medicina (CFM) solicitou à Anvisa o banimento do PMMA no Brasil, um preenchedor sintético usado em procedimentos estéticos, devido aos riscos de complicações graves. A substância é atualmente permitida apenas para tratar lipodistrofia em pacientes com HIV, em unidades de saúde credenciadas. A decisão visa a segurança dos pacientes, após casos de complicações e até mortes associadas ao uso do PMMA.
Em resumo
- CFM pede à Anvisa proibição do PMMA no Brasil.
- PMMA associado a complicações graves em procedimentos estéticos.
- Permitido apenas para lipodistrofia em pacientes com HIV.
- Anvisa reforça restrições e indicações para uso médico.
O que é PMMA?
PMMA, ou polimetilmetacrilato, é uma substância sintética usada como preenchedor permanente em procedimentos estéticos e médicos. Composto por microesferas em gel, é autorizado para correção de deformidades e reconstrução de tecidos, mas seu uso estético é controverso devido aos riscos.
Proibição e exceções
O CFM proibiu o uso de PMMA por médicos em qualquer procedimento estético ou reparador, com exceção do tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV, realizado em unidades credenciadas pelo SUS. A medida visa proteger a população de complicações associadas ao produto.
Fonte oficial: Anvisa
Riscos associados ao PMMA
O uso de PMMA tem sido ligado a complicações graves, incluindo inchaço, dor e até mortes. Casos de complicações tardias ocorrem mesmo quando aplicados por médicos especializados, levando a um crescente alerta por parte de entidades médicas.
Posicionamento das entidades médicas
A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica se manifestaram contra o uso do PMMA para fins estéticos, citando riscos à segurança dos pacientes. A Anvisa reforça que o produto deve ser usado somente para fins médicos específicos.
Regulação pela Anvisa
A Anvisa recomenda o uso do PMMA apenas por médicos e dentistas habilitados, em situações específicas. A agência tem reforçado as restrições de uso e realizado inspeções para garantir a segurança na fabricação dos produtos aprovados.
Perguntas frequentes
